E não é que a Oracle foi lá e comprou a Sun?

Pois é… Aproveitando o feriadão para viajar e descansar, e quando resolvo ligar o note (para sustentar o vício de ler e-mail rsrs) vejo a notícia: “Oracle to buy Sun”, eita poxa! Pensei na hora! E procurei saber mais sobre isso… é… a Oracle bem a lá mineira, como quem não quer nada foi lá e comprou a Sun! E acabou com a novela que vinha se estendendo entre IBM compra ou não compra…

Desde lá venho digerindo a notícia e pensando a respeito…

Bom com a compra a Oracle leva:

  • Sparcs: sem comentário, servidores fantásticos.
  • Solaris: um dos melhores Unix da atualidade e o SGDB da Oracle roda muito bem nele, tanto que a um bom tempo a Oracle vem lançando o SGBD primeiro para o Solaris.
  • VirtualBox: nessa onda toda que temos ultimamente de virtualização, a Oracle acaba entrando nesse nicho também… talvez venha a se tornar um concorrente de peso para o VMware.
  • MySQL: um dos SGBD´s mais utilizados no mundo, não competia diretamente com o Oracle, mas vinha crescendo e muito.
  • Glassfish: Servidor de aplicações Java considerado referência de implementação.
  • Plataforma JAVA: indiscutível o sucesso desta plataforma e a revolução que ela trouxe ao marcado de software.

A Sun foi a 24ª aquisição da Oracle nos últimos três anos. Ano passado a BEA e esse ano a SUN foram suas maiores aquisições.

Agora imagina uma solução baseada em: Sparc + Solaris + OracleDB + Java + Weblogic? Indiscutível que este quinteto pode-se tornar imbatível, desde que seja mantida uma independência entre eles!!!

Não acredito que ocorra um fechamento da plataforma Java, já que temos o JCP que lida com os interesses e opiniões de todos os grandes players do mercado no que se refere ao rumo da plataforma. Para que um suposto fechamento ocorra tudo que foi feito até hoje, teria que ser deixado para trás. Espero realmente que o desenvolvimento da plataforma seja acelerado, principalmente no JavaEE, onde a Oracle está presente com seus produtos… o que poda ser uma pena para o JavaME, onde o desenvolvimento da plataforma não é tão grande.
E fica minha dúvida se a Sun e a Intel estavam auxiliando o desenvolvimento da TV Digital no Brasil com o Ginga-J, e espero que isso não caia no esquecimento!!!
E o JavaFX como se dará o desenvolvimento?

Pessoalmente gostaria que a IBM tivesse comprado a Sun, pois sempre a vi contribuindo mais com o Java e o OpenSource do que a Oracle. O Eclipse, por exemplo, surgiu de dentro da IBM, que também ajuda a Apache Fundation, a Oracle contribuiu com o ADF e doou esta para a Apache, com o TopLink (no qual a JPA V1 se baseia). Agora pensando que os produtos da BEA sempre tiveram alta qualidade e a Sun era a referência de implementação (RI) da plataforma Java, agora com um time formado com desenvolvedores da Oracle, BEA e Sun, não só espero que a Oracle se torne RI como também que o desenvolvimento da plataforma Java seja acelerado e que a qualidade do Java cresça cada vez mais!
E a respeito de banco de dados? A Oracle tem como OpenSource: o BerkeleyDB e o InnoDB, terá agora o MySQL, espero que ele ocupe o lugar do OracleXE já que o Oracle 9i, 10, 11g tem lugar em grandes empresas. Embora o MySQL venha sendo usado em grandes empresas também, embora eu pessoalmente não veja o MySQL concorrente direto do Oracle da mesma forma que o DB2.

E quanto ao Java + SGDB espero que a plataforma continue agnóstica quanto ao banco de dados como é hoje com JPA, Toplink, Hibernate. Sinceramente não gostaria de ver o PL/SQL sendo enfiado dentro do Java.

E para finalizar. Com certeza a Oracle fez uma baita duma aquisição! E agora é esperar para ver o que vai acontecer daqui para frente, uma vez que a Oracle já deu alguns indícios neste documento.

KISS Anhembi Sampa 2009 – The Best

Saudações rockeiras,

Foi com grande pesar que saí do trabalho mais cedo no dia 07 de abril do lancinante ano de 2009 rumo a um show que não se repetia no Brasil a cerca de indubitáveis 10 anos. Lembrando que o último foi na turnê Psycho Circus no dia 17 de abril de 1999.

Graças ao trânsito da nossa acolhedora São Paulo não foi possível chegar para a abertura dos portões o que me proporcionou um local de observação não muito bom. Mas os choramingos por aqui param.

KISS

KISS

Rock n Roll All Night

Rock n Roll All Night

Gene Simmons

Gene Simmons

Élcio e amigos - Greice e Renato

Élcio e amigos - Greice e Renato

Eis que para início da festança rockeira foram convidados ninguém mais ninguém menos que Dr SIN. Nada contra a banda ou ao espetáculo deles, mas guardei apenas um borrão na memória

Afinal de contas, o espetáculo que se iniciaria logo após ofuscaria até um abraço apertado de George W. Bush em Osama Bin Laden.

O KISS fez por merecer todos os superlativos a eles dirigidos. Um superpalco. Muita pirotecnia. Muita audácia. Muito carisma. Muito profissionalismo, amor, satisfação e tesão por aquilo que fazem de melhor: tocar e encantar multidões. Até me ponho a pensar: “Porque as lideranças que nos cercam não pensam e agem dessa forma?” – Mas a resposta fica para outro post. Esse ainda é sobre ROCK N ROLL!!!!!!!!!!!

Foi inesquecível cada momento, cada música deflagrada por Paul, Gene, Eric e Thammy, cada riff, cada batida do Cat Man. Os momentos de ápice máximo foram as músicas Rock n Roll All Nite (chuva de papel picado e o Anhembi inteiro cantando, berrando), Love Gun (a tirolesa do Paul Stanley), Detroit Rock City (fogos de artificio ao estilo Reveillon), Gene Simmons voando e tocando a plataforma superior do palco (não lembro as músicas).

Claro um capítulo especial ao show sempre único do Gene Simmons cuspindo sangue e barbarizando com sua lingua gigantesca.

De negativo e patético achei a presença da Sabrina Sato e cia – que são meras  detentoras de cérebro nos glúteos – que buscam qualquer evento para chamar atenção das pessoas para algumas partes construídas cirurgicamente (eu queria ser dono da fábrica de silicone!!!!) e desfocando alguns do show.

Aff e claro os pobres recrutas vendedores de agua que insistiam em trafegar, mesmo no momento do show com enormes caixas de isopor no meio do povo. Muitas fotos que tirei eles apareceram. Muitos quase apanharam. Acho que esse foi o único furo da organização.

Após 2 horas e meia de show estava eu no local mais lotado do mundo esperando o retorno ao lar. Os bancos de espera no piso superior estavam lotados de MWIB (homens e mulheres de preto):

Term. Tietê lotado

Term. Tietê lotado

Dentre alguns poucos shows que fui até hoje e esse foi o melhor: pela organização, pela facilidade de deslocamento, pela infra-estrutura e claro pelas lendas vivas que tocaram no show.

Aos que não foram meu MUITO OBRIGADO e até o próximo post rockeiro.

HEY HO LET’S GO!!!!

Processos Lean

Fiquei feliz em descobrir recentemente, com o auxílio do Anderson Carubelli, a existência de uma Pós Graduação Latu Sensu com foco na Gestão de Processos Lean na FAAP . Não se trata de propaganda do curso e sim de menção merecida a iniciativa de formar profissionais capazes de atuar num mundo em constante mudança.

Já freqüentei algumas aulas e tenho visto que ainda tenho muito, muito a aprender nesses dois anos que se principiam.

Minha turma é avida por novos conhecimentos e grande maioria das pessoas possui vivência gerenciando processos, atuando como Agentes de Melhoria Contínua nas mais diversas áreas, com destaque para meios de produção e indústrias aeronáutica e automobilística.

Ingressei nesse desafio como forma de solidificar conhecimentos na base daquilo que deu origem às Metodologias Ágeis. É incrível como a terminologia muda, mas os conceitos se mantem firmes: agregar valor, fluxo contínuo, melhoria contínua, iterações e muito mais.

Também tive oportunidade habitar por alguns instantes uma célula de melhoria continua certificada de uma organização. Instantaneamente notei como o uso de 5′s e a visibilidade de processos torna a vida, daqueles que ali trabalham e de outros que porventura venham visitar, muito mais fácil.

Em breve mais relatos desse aprendizado instigante, motivador e divertido.

Arquitetura de Software em 4 Passos – Passo ZERO

Depois de muito parados, resolvendo problemas de todo tipo retornamos sagazes por enriquecer nosso blog. Então vamos nessa.

De início, aviso aos navegantes que não vou falar de Java. Basta ser a linguagem mais utilizada no mundo, e ainda bem. E quanto a SQL ? SQL não é linguagem. É DSL. Falemos disso noutro momento.

Quero compartilhar com todos aquilo que considero vital em qualquer arquitetura de sistemas e para qualquer sistema. Independentemente da linguagem, plataforma, domínio ou gosto musical dos envolvidos.

Antes gostaria de lembrar a definição de PROJETO, que é de suma importância para valorarmos corretamente cada item que menciono: “projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”.

Considero como mais importantes e já elencadas em passos, as atividades:

  • Passo UM – Planejar o Projeto: momentos em que são analisadas todas as variáveis dum projeto, definido escopo, alocação de recursos financeiros e pessoas;
  • Passo DOIS – Gerenciar o Projeto: atividade que ocorre ao longo de todo o projeto e que deve prezar pela solução de problemas internos e externos ao projeto, conduzindo-o ao sucesso;

  • Passo TRÊS – Conhecer o Domínio do Projeto: passo em que o problema do cliente é esmiuçado, detalhado e onde se coletam informações para alimentar todas as demais atividades;
  • Passo QUATRO – Montar Arquitetura de Fato: momentos em que são decididas as ferramentas que serão utilizadas e como se dará a interação entre elas de forma a solucionar o problema atendendo ao cliente.

Talvez alguém venha a questionar: Cadê a atividade de teste? E a atividade de desenvolvimento? E por onde anda a atividade de análise?

E a resposta é: ESTÁ TUDO NOS 4 PASSOS. Olhando com cuidado e refletindo sobre a definição de projeto encontramos:

  • Atividade de Teste: esta nos permite avaliar o projeto durante o Passo UM. No Passo QUATRO nos permite testar a arquitetura e avaliar as ferramentas envolvidas. Permeia todo o Passo DOIS nas incontáveis revisões e inspeções feitas em artefatos. Esta atividade também permeia todo o processo avante à definição da arquitetura, não terminando nem quando o produto é entregue;
  • Atividade de Desenvolvimento: a implementação de algum exemplo para norteio dos desenvolvedores no Passo QUATRO é desenvolvimento;

  • Atividade de Análise: o Passo TRÊS por excelência é atividade de análise.

Logo, acredito e concluo, sem muito pensar, que a execução repetível destes passos ao longo do tempo, e em diversos projetos, constrói e molda um processo de software maduro.

Vejam os passos Negativos correspondentes no blog: http://ssfd.wordpress.com/, ou seja, lá vamos comentar o que o Não Planejamento, o Não Gerenciamento do Projeto, o Não Conhecimento do Domínio do Projeto e Desconhecimento Técnico sobre Arquitetura acarretam, ou seja, o lado Negro da força.

Frase da Semana

Essa eu li no orkut hehehe, mas é pura verdade, pelo menos em minha opinião.

“Estude como se você fosse viver para sempre. Viva como se você fosse morrer amanhã”

agora basta refletir… falow

Enquete

“A Lição Final” – Aprendendo a Viver

Livro ditado, por telefone, pelo professor Randy Pausch a Jeffrey Zaslow durante 53 dias.

O livro conta a história de um brilhante professor de Ciência da Computação da Carnegie Mellon University – aquela do CMMI – que após a descoberta de um câncer pancreático mostra garra e amor pela vida como poucos. Lições, ações, menções de sabedoria permeiam todo o livro em curtos capítulos que conduzem o leitor a acessos de riso e reflexão profunda.

O Fantástico fez uma matéria sobre esse ímpar ser humano que nos deixou em 25/07/2008. Gostaria que assistissem tanto a matéria quanto a última aula.

Não me cabe avaliar ou discutir as lições de vida apresentadas como faríamos com uma metodologia/tecnologia. Cabe a cada um de nós pensar, refletir e melhorar nosso dia a dia em função daqueles que amamos.

Fora sua formação universitária, Pausch trabalhou no Google, Adobe, Eletronic Arts, Walt Disney Imagineering e que sua última aula foi assistida por mais de 10 milhões de pessoas.

Você Está Louco! – Mais uma resenha, e algo mais

Para estrear a seção de resenhas do nosso blog escolhemos um autor que mais que história e prestígio internacionais guarda as glórias de ser tupiniquim, de ser inovador e motivador, para diversas indústrias e também para TI – Ricardo Semler.

Maiores informações sobre conquistas, fatos e feitos favor buscar no Google!!!!!

A vida do autor, iniciada no livro com seus devaneios rockeiros (mais uma razão para entrar no blog) transcorre juntamente com viagens memoráveis: Caravana do Sal, Paquistão, Tibet, Reino de Mustang e outras. Viagens estas que aliadas à coragem e audácia motivaram muitas ações e questionamentos no meio empresarial, que o recompensou $$$ devidamente.

Não vou aqui mencionar todas as ações. Apenas adianto que todas são voltadas à democracia de fato e orientadas às PESSOAS. Leia o livro. Faz bem a saúde. “Ministério da Saúde recomenda”.

Mas algumas dessas ações satisfazem a muitos quesitos e necessidades do quotidiano de Gerenciamento de Projetos (seja sua viagem ao Zoológico ou o software da Nasa) e desenvolvimento de Software.

Precisamos / queremos / buscamos: Como? :

  • Produtividade: conseguida com tomada de decisões por todos (inclusive na contratação de novas pessoas), não somente pelos Chefes (fora comando controle). Ambiente de trabalho amistoso a todos – cada time possui ao redor aquilo que o faz sentir-se bem afastando o “ar de escritório”;
  • Motivação: horários de trabalho flexíveis e aderentes à vida das pessoas, que dessa forma adquirem responsabilidade à medida que não só os valores da organização empresa são respeitados, mas também o da instituição família;
  • Fidelização: o “namoro” da contratação é feito diferente. Os interessados podem conhecer a empresa e todos que dela fazem parte ao longo de um período maior de tempo, o que os leva a seguir adiante no interesse pela empresa somente se realmente gostarem daquilo tudo;
  • Desenvolvimento Sustentável: colaboradores fidelizados e um mercado consciente disso permitem confiança à gerência e aos clientes na busca por projetos mais ambiciosos;
  • Valores conscientes e consistentes: obtidos com um projeto ou um programa na qual são levantados e tratados como meta constante a manutenção de valores que configuram a identidade da organização;
  • Reconhecimento pela Sociedade (fazer parte da cabeça das pessoas – tipo “Coca-Cola”): obtido com ações (Instituto Lumiar, Habitát dos Mellos, etc) que melhoram a sociedade em que vivemos e que, com Inovação, traz soluções e satisfação às pessoas.

O “Como ?” que apresentei foi o da Semco, do Ricardo. Que tal buscar o “Como ?” da nossa organização?

Mas é importante lembrar-se que por traz de cada item há uma história, uma labuta, uma busca por profissionais, estudos e formação de conhecimento prévio para tomada de decisão, planejamento.

Tudo isso acaba por remeter a seguinte afirmação: “Você está louco!” é pura Agilidade:

  • Estado de espírito que coleciona elogios e críticas;
  • Estado de espírito que prima pela unicidade, pela valorização do ser humano, pela melhoria contínua (opa… processos lean aqui?);
  • Quebra de Paradigmas;
  • Satisfação e respeito pelos clientes e pelos habitantes da organização;
  • Virtuosismo de idéias – “think thank” – “toró de idéias” – “brainstorming”;
  • Transparência;
  • Paixão por mudanças.

O grande objetivo desse post não é falar do livro. É apresentar mais uma fonte de reflexão e de estímulo a inovação. Também é dizer que outros ramos da sociedade que buscam Agilidade, mesmo que de forma indireta, alcançam o reconhecimento e o fortalecimento perante o mercado, clientes e sociedade.

Ainda sobre certificação…

O post do Élcio foi bem legal, pois levantou um aspecto interessante sobre o porquê tirar uma certificação (e bem comentada pelo Rafael).

O Élcio buscou a CTFL, enquanto eu busquei a SCJP (e estou estudando para SCWCD), minha motivação para tirar uma certificação em primeiro lugar é o estudo, estou estudando para um propósito final e bem definido, tudo bem que estudar para utilizar no trabalho ou para conhecimento próprio também seria válido, mas em minha opinião acaba ficando um pouco vago, sem foco, porém com o objetivo de “Estudar para passar na prova”. Note que é ESTUDAR, que remete a APRENDER, não é em hipótese alguma simplesmente passar na prova para conquistar um aumento (?) ou um trabalho novo. Essa ultima alternativa remete a banalização das certificações, é só procurar por crianças com menos de 10 anos passando em provas… O aprendizado conta muito mais e tem um valor muito maior para a pessoa!

Quando fiz a prova para SCJP, não recebi aumento, mas talvez tenha sido algo que me diferenciou quando busquei um novo emprego, esse pode ser um ponto valido para ter uma certificação… Mas ainda sim só é valido quando você aprendeu o que estudou…

Bom enfim, falando um pouco sobre a prova…

Segui o método padrão para estudar, Livro da Kathy Sierra, e simulados MasterExam e Whislabs, estudei por volta de 2 meses e sempre tendo um período muito bem definido de estudos, de segunda a sexta por no mínimo 2 horas de estudo (geralmente estudava a noite), final de semana nem pensava em chegar perto de livro ou computador, era cerveja com amigos, balada, qualquer coisa para descansar! (a pior coisa que tem é uma mente cansada!) e um dia antes da prova nada de pensar em prova, livro, revisão, ta certo que acaba ficando um pouco difícil, mas é só fazer um esforço!

No dia da prova comprei uma garrafinha de água para ir bebendo durante a prova, a água ajudar a oxigenar o cérebro e por conseqüência você acaba pensando melhor e pra ser sincero ficar 3 horas e meia na frente do micro é complicado… A prova (no caso a SCJP 6) tem 72 questões das quais deve acertar 65% (47 questões), para mim foi tempo mais que suficiente, consegui revisar a prova e ainda acabar antes do tempo…

Minhas intenções para esse ano é conquistar mais uma certificação da Sun (SCWCD), é ser Certified Scrum Master, aprofundar meus conhecimentos sobre SOA (que hoje são superficiais).

Bom até a próxima!

Tese de Gurdjieff

Tese de um pensador russo chamado Gurdjieff, que no início do século passado já falava em auto-conhecimento e na importância de se saber viver.

Dizia Gurdjieff:

“Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal”.

Assim dizendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.

Dizem os “experts” em comportamento que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade.

1 )  Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.
Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2 )  Aprenda a dizer não, sem se sentir culpado ou achar que magoou.
Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3 )  Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4 )  Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez.
Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5 )  Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível.
No trabalho, casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6 )  Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.
Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

7 )  Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8 )  Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9 )  Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10 )  Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto há ansiedade e tensão.
Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11 )  Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12 )  Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trave do movimento e da busca.

13 )  É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros.
Não adianta estar mais longe.

14 )  Saiba a hora certa de sair  de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda.
Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15 )  Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental;
escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16 )  Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17 )  A rigidez é boa na pedra, não no homem.
A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

18 )  Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido.
O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19 )  Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé!

20 )  E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente:
VOCÊ É O QUE SE FIZER SER!

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